Na hora da queda, o corpo reage antes de pensar: a mão abre e vai direto para o chão, tentando proteger o resto do corpo do impacto. É esse mesmo gesto de proteção que, na maioria das vezes, acaba fraturando o punho do idoso.
Por que o punho é o mais atingido nas quedas
Apoiar a mão aberta no chão concentra todo o peso da queda numa área pequena e frágil do corpo. Por isso o punho costuma fraturar antes de qualquer outra parte, mesmo em quedas que parecem simples, de pé mesmo ou de uma altura baixa.
Depois do gesso sair, o punho perde força rápido
Semanas de imobilização enfraquecem os músculos do antebraço e da mão, e as articulações ficam mais rígidas. O punho perde força de preensão e amplitude de movimento, mesmo depois do osso já estar consolidado, o que surpreende muita família que espera o braço "voltar ao normal" sozinho.
Esperar demais custa caro na recuperação
Quanto mais tempo o punho passa parado além do necessário, mais difícil é recuperar força e mobilidade. A rigidez que poderia ser resolvida em poucas semanas de reabilitação pode se tornar uma limitação bem mais longa quando o acompanhamento começa tarde.
Sinais que merecem atenção
Alguns sinais depois da imobilização pedem um olhar mais de perto:
- Dificuldade persistente para fechar a mão
- Inchaço que não melhora depois de alguns dias
- Dor que continua forte semanas depois do gesso sair
- Dificuldade com tarefas simples, como segurar um copo ou abotoar a roupa
O que a fisioterapia faz nessa fase
O trabalho começa com mobilização suave da articulação, evolui para exercícios de força de preensão e termina com atividades funcionais do dia a dia, como segurar objetos e fazer movimentos de rotação do punho, sempre respeitando o tempo de cicatrização de cada idoso.
Onde a LarAtivo se encaixa
Na avaliação domiciliar, a nossa equipe acompanha a evolução do punho desde a liberação do ortopedista e monta um plano de exercícios seguro e progressivo, para famílias em Natal e Parnamirim que querem recuperar o movimento sem sair de casa.
